sábado, 9 de junho de 2018

Torneio de Futebol 2018

O Sindicato dos Químicos realizou neste sábado, 9, a etapa de São José dos Campos e Jacareí do campeonato de futebol da categoria deste ano. A equipes da Basf e da Tarkett, de Jacareí, disputaram com as equipes da TI Brasil, que defendia o título do ano passado, a Alltec e a Johnson, que venceu a etapa. Agora o time da Johnson enfrentará os vencedores de Caçapava e Taubaté na semifinal em data a ser definida. Parabéns a todos os participantes. O Torneio de Futebol dos Químicos é uma conquista de toda a categoria.

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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Assembleia na Johnson

A direção do Sindicato dos Químicos encerrou nesta manhã, 6, a rodada de assembleia com todos os turnos da Johnson. Os trabalhadores e trabalhadoras aprovaram a negociação para compensação de dois dias dos quatro não trabalhados durante a greve dos caminhoneiros, as horas livres para os jogos do Brasil na Copa, a PPR e a questão do processo da catraca.

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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Lutas 2018–Petroleiros

A diretoria do Sindicato dos Químicos está na luta em apoio a greve nacional dos petroleiros contra a política de preço dos combustíveis imposta pelo corrupto governo Temer e a privatização do Sistema Petrobras, que pode disparar ainda mais o valor dos combustíveis por causa da especulação e variação do mercado externo.

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Confira a saudação do dirigente Wellington Cabral do Sindicato dos Químicos no ato dos petroleiros da Revap nesta manhã, 28, contra a política de preços de combustíveis imposta pelo corrupto e nefasto governo Temer e em apoio aos caminhoneiros. Todo apoio a greve dos caminhoneiros e a dos petroleiros, em construção contra a privatização do Sistema Petrobras.

Lutas 2018

A diretoria dos químicos apoia a luta dos caminhoneiros e dos petroleiros contra a alta dos combustíveis.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Posse da Diretoria eleita!

Químicos de SJC

Boca no Trombone #282

imageMobilização garante avanço da PLR na Tarkett

Os trabalhadores e trabalhadoras do turno, administrativo e turno das 9h da Tarkett, em Jacareí, aprovaram conjuntamente a proposta negociada pelo Sindicato de aumento de 5% na primeira parcela de PLR. O valor alcançado de R$ 4.620,00 já foi pago este mês. Parabéns aos companheiros pela mobilização e avanço na PLR!

Vitória importante na TI Brasil

Na TI Brasil, os trabalhadores fizeram uma forte mobilização, rejeitaram a primeira proposta da empresa e conquistaram uma PLR de R$ 12 mil.

A mobilização ainda conquistou a antecipação da Campanha Salarial e a garantia de 2% de aumento real para a data-base, 1º de novembro, e a renovação da convenção coletiva até 2020.

Esta foi uma grande vitória para os trabalhadores e trabalhadoras!

Parabéns aos trabalhadores e trabalhadoras pela mobilização e vitória!

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sábado, 19 de maio de 2018

Campeonato de Futebol 2018

O Sindicato dos Químicos realizou nesta manhã e início de tarde de sábado, 19, a etapa de Caçapava do Torneio de Futebol dos trabalhadores químicos da região. Seis equipes participaram. O time do primeiro turno da IPA venceu a etapa e agora irá enfrentar os campeões de Taubaté, São José e Jacareí nas semifinais e final. Parabéns ao time campeão da etapa e a todos os trabalhadores que participaram.

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Etapa Taubaté

Ocorreu no último sábado, 12, a etapa de Taubaté do Campeonato de Futebol da categoria química da região de 2018. Cinco equipes participaram. Parabéns ao time Pintura FC da Plastic Omnium, que venceu a etapa e vai representar a Taubaté na semifinal.

Neste sábado, 19, ocorrerá a etapa de Caçapava e no dia 26 a de São José dos Campos. Os vencedores irão se enfrentar na semifinal. Parabéns a todos os participantes.

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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Ato em Defesa dos Empregos na Embraer

O Sindicato dos Químicos apoiou o ato em defesa do Emprego dos trabalhadores da Embraer e da soberania nacional no setor aeroespacial, ontem, 15, em São José dos Campos. Confira!

terça-feira, 15 de maio de 2018

É preciso terminar o processo de abolição

imageO Brasil foi erguido em cima do sangue e trabalho das populações indígenas, dos negros e imigrantes. A imagem de um país cordial, sem conflitos raciais, preconceitos de etnias não condiz com a inserção e muito menos com a realidade imposta aos povos que formaram e formam o país.

A farsa da abolição da escravatura, por exemplo, completa 130 anos com grande parte da população negra sob as mesmas condições sociais precárias de seus antepassados. O Brasil foi o último país das Américas e um dos últimos do mundo a acabar com a escravidão “formal”. E isso só porque o modelo de tráfico de escravos estava enfraquecido e porque Dom Pedro II tinha planos de manter a monarquia angariando simpatia com a Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel a seu mando em 13 de maio de 1888. Não deu certo. A monarquia caiu um ano depois.

Fato é que o Brasil não terminou o processo de abolição, já que a nossa população negra não foi “alforriada”. Foi, na verdade, abandonada a própria sorte, sem capital, sem instrução, sem condições de subsistência. Essas condições históricas perpetuam até os dias atuais e são comprovadas pela frieza dos números.

As estatísticas mostram a discriminação contra os negros no mercado de trabalho e a criminalização da juventude negra das periferias. A mulher negra sofre ainda mais. No Brasil, por exemplo, a renda média da mulher é equivalente a cerca de 75% da renda do homem para cargos equivalentes. Mas, no caso da mulher negra, essa diferença aumenta e chega a 50% do salário dos homens.

Dois terços das cerca de 60 mil vítimas anuais da violência são de jovens negros. O IBGE afirma que a grande maioria do total de 16 milhões de brasileiros na extrema pobreza é negra ou parda. 9,9% da população negra é analfabeta. Entre os brancos, o número é de 4,2%.

Mesmo com a política de cotas nas universidades brasileiras, o percentual de negros no ensino superior é de cerca de 30%. E reparem como grande parte da população ainda não compreende a discussão sobre como as cotas nas universidades se inserem dentro do debate racial.

Em 2007, a população negra representava 25% do quadro funcional e 3,5% do quadro executivo das empresas no Brasil. Em 2010, negros eram 31,1% no quadro funcional e 5,3% no quadro executivo. Em 2016, os trabalhadores e trabalhadoras negros representavam 35,7% dos quadros funcionais e 4,7% do quadro executivo. Os números são do Instituto Ethos e mostram como ainda hoje a inserção da população negra nas universidades e no mercado de trabalho formal é desigual.

Em entrevista para a Carta Capital, o psicanalista italiano Contardo Calligaris, que vive no Brasil desde a década de 80, afirma que “cada brasileiro traz em si a figura do colonizador, do dominador e explorador brutal. Todas as relações de poder do Brasil são absolutamente habitadas pelo fantasma da escravidão. O poder se expressa como dominação física sobre o outro, uma assombração da escravatura que se recusa a desaparecer”.

A análise ajuda a entender por que muita gente guarda seus preconceitos e racismo no dia a dia, mas quando vão ao estádio, por exemplo, expõem insultando jogadores de futebol e/ou árbitros com injúrias raciais tudo o que não conseguem falar em situações corriqueiras por medo de serem identificados.

A escravidão ainda se impõe pela força em algumas regiões do país, além da dependência econômica. No fim do ano passado, o presidente Michel Temer tentou amenizar o conceito de escravidão moderna para atender principalmente o lobby do agronegócio. A indignação internacional e a luta do povo trabalhador impediram este ataque. Só de 1995 para cá, mais de 54 mil trabalhadores já foram resgatados nos pastos da região amazônica, nas minas de carvão do nordeste ou nas fábricas têxteis ilegais de São Paulo, que produzem para as grandes marcas do mercado. Trabalho escravo dá lucro.

Por suma, o combate ao racismo estrutural e a discriminação hoje caminham juntas na luta pela erradicação da pobreza, da representatividade, da inserção social e da luta por direitos iguais para todos e contra a exploração de classes da elite dominante.

Igualdade salarial aumentaria PIB em 3,3%, diz Banco Mundial

imageA redução da diferença salarial entre homens e mulheres poderia aumentar o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – em 3,3%, o equivalente a R$ 382 bilhões. A conclusão é do estudo Mulheres, Empresas e o Direito 2018: Igualdade de Gênero e inclusão econômica, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

“…Abismo racial

Para Paula Tavares, a questão das diferenças salariais, do ponto de vista do gênero, torna-se ainda mais grave quando a questão é analisada sob o ponto de vista racial, caso em que a mulher se torna “ainda mais vulnerável”.

“Entendo que em todos os países do mundo, e principalmente no Brasil, a questão da raça ainda é um elemento que torna a mulher mais vulnerável. No Brasil, por exemplo, a renda média da mulher é equivalente a cerca de 75% da renda do homem para cargos equivalentes. Mas, no caso da mulher negra, essa diferença aumenta e chega a 50% do salário dos homens. Há uma necessidade importante de lidar com essa questão”, ressaltou.

A especialista do Banco Mundial lembrou que apenas 8% das mulheres ocupam cargos de lideranças nas empresas do país, principalmente quando os cargos são no setor de administração - que é o mais alto posto. “Uma das medidas para combater essa questão seria a adoção de cotas. No Canadá, por exemplo, há cinco anos foi adotada essa medida, para fomentar a participação das mulheres nos conselhos das empresas e, em mais ou menos quatro anos, o país conseguiu aumentar a participação de 18% para 25%.” …”

|Fonte O Vale|

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