quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Boca no Trombone - 312

imageOs trabalhadores e trabalhadoras do setor químico do estado de São Paulo já conquistaram o mínimo com esta Campanha Salarial antecipada. A FETQUIM (Federação dos Trabalhadores do ramo químico de São Paulo), entidade que aglutina todos os sindicatos químicos do estado, está garantindo na negociação com a patronal na FIESP a renovação da Convenção Coletiva por mais dois anos, o que garante os direitos das cláusulas sociais, a reposição integral da inflação pelo INPC, o retorno da PLR ao conjunto dos direitos da Convenção e o aumento dos valores.

A CCT da categoria química é uma das melhores entre todas as atividades econômicas e serve de referência para várias outras. A renovação da CCT por mais dois anos estende os direitos mínimo da Convenção para toda a categoria, o que é importante principalmente para os companheiros de fábricas menores.

A nossa data-base é 1º de novembro. O valor do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado nos últimos 12 meses será divulgado no começo de novembro. A estimativa é por volta de 10,39%.

O pagamento da PLR em negociação na CCT corresponderá ao valor de R$ 1.080,00 para empresas com até 49 empregados e R$ 1.200,00 para empresas com 50 ou mais empregados. Esta também é uma garantia principalmente para os companheiros de pequenas empresas, pois as mobilizações garantem acordos específicos melhores em grandes empresas.

Vale ressaltar que a assinatura da Convenção é apenas a primeira parte da Campanha Salarial. Já estamos nas batalhas por fábrica. O Sindicato já protocolou pauta específica e iniciou assembleias em várias empresas.

A luta segue por nenhuma retirada de direitos e avanços específicos!

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quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Assembleia J&J

Mobilização de Campanha Salarial com debate de conjuntura na Johnson, em São José dos Campos. A data-base da categoria é 1º de novembro.


quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Sindicato na Luta!

Os dirigentes Davi Souza Junior e Marquinhos do Sindicato dos Químicos estiveram ontem, 13, na assembleia na FNL (Frente Nacional de Luta Campo e Cidade) na sede do Sindicato dos Metroviários, em São Paulo, para apoiar a preparação para a marcha pela reforma agrária que ocorrerá em Sorocaba, dia 8 de novembro.

Em intervenção, Davi levou os informes da nossa vitória na Bayer conquistando a manutenção dos empregos dos trabalhadores e trabalhadoras, a necessidade de construirmos uma Greve Geral contra o governo Bolsonaro e o sistema capitalista de exploração e o nosso apoio a causa dos trabalhadores do campo, principalmente neste momento de carestia dos alimentos, no qual se faz ainda mais necessária a discussão pela reforma agrária e a agricultura familiar.

Campanha Salarial Assembleia na Basf e na Pulcra, em Jacareí, nesta manhã. Segue a luta!

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Assembleia de Campanha Salarial na FLC, em Caçapava, nesta sexta-feira, 8. Segue a luta!

Sindicato e Trabalhadores conquistam barrar demissões

Os dirigentes Joel Rodrigues, Reginaldo e Cristiano do Sindicato dos Químicos participaram da negociação com a Bayer e anunciaram a vitória dos trabalhadores nesta luta contra as demissões da empresa.

A Bayer obteve lucro líquido de 2,09 bilhões de euros (US$ 2,54 bilhões) no 1º trimestre de 2021, segundo informações da própria empresa. Os trabalhadores que construíram a riqueza deste grupo econômico não podem e não aceitam ser penalizados por decisões da direção da empresa, que, para manter seus privilégios.

Seguiremos mobilizados e em luta na defesa do emprego!

Teve luta, teve vitória! – Bayer

As paralisações e greves anteriores e a paralisação de hoje, 8, na Bayer, em São José dos Campos, garantiu a vitória contra as demissões em massa na unidade por meio da redução de turno.

A direção do Sindicato foi para reunião com a direção da empresa com a fábrica parada. Recebemos apoio do movimento sindical da região, da Unidos Pra Lutar, da CSP Conlutas, da CUT, Intersindical, do Sintricom, da FETQUIM e seus sindicatos, do movimento popular. Foi uma grande mobilização na defesa dos empregos na Bayer.

A paralisação se estendeu até as 11h e conquistamos a manutenção do acordo de turno por mais dois anos. Vitória da categoria! Parabéns aos trabalhadores pelas mobilizações em defesa dos seus direitos!


Parabéns aos trabalhadores e trabalhadoras da Bayer!
A paralisação dos companheiros nesta manhã, 8, garantiu uma grande vitória: a extensão do acordo de turno por mais dois anos. Isso é a vitória contra as demissões durante a pandemia.

Parabéns, companheiros!

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Mobilização na Bayer - Bom é manter emprego!

Sindicato dos Químicos e trabalhadores na luta contra a redução de turno e demissões na empresa. Firmes na luta!

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Campanha Salarial 2021

A FETQUIM (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Estado de São Paulo) entregou a pauta da Campanha Salarial dos Químicos 2021 ao CEAG-10 (patronal do ramo químico da FIESP) na última sexta-feira, 10.

Confira abaixo o teor da pauta:

Reivindicações econômicas:
- Reajuste de salários pela reposição integral da inflação pelo INPC + 3% de aumento real;
- Reajuste do Piso Salarial em 10%;
- Pagamento de PLR equivalente a dois pisos salariais, já reajustados;
- Todas as demais cláusulas que tenham aspectos econômicos, corrigir valores com reposição integral da inflação pelo INPC + 3% de aumento real;

Reivindicações sociais:
- Renovação da Convenção Coletiva da Categoria no seu inteiro teor por dois anos (2021-2023).
Vamos nos unir e partir para uma Campanha Salarial vitoriosa!

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Assembleia Campanha Salarial 2021

O Sindicato dos Químicos realizou Assembleia Geral, hoje, em São José dos Campos, para dar o ponta pé inicial a Campanha Salarial antecipada deste ano. Cada cláusula econômica e social que vamos cobrar da patronal será uma conquista para toda a categoria. Esse é o primeiro passo para termos uma Campanha Salarial vitoriosa. E não adianta a patronal vir com a choradeira da crise econômica dos ricos. Que diminuam os lucros, não os direitos de quem gera a riqueza!

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Campanha Salarial 2021

O Sindicato dos Químicos vai realizar uma Assembleia Geral, quarta-feira, 8, com primeira chamada às 18h e segunda chamadas às 18h30, no salão do Sindicato, em São José dos Campos, para discutir a pauta da nossa Campanha Salarial antecipada deste ano. Nós vamos definir o índice de reajuste, o valor do piso salarial, da PLR e outros pontos das cláusulas econômicas que vamos reivindicar.

O salão de assembleias do Sindicato fica exatamente atrás da nossa sede, mas com entrada pelos fundos, à praça Maldonado Campoy, 23, no centro de São José dos Campos. Todos os trabalhadores e trabalhadoras estão convidados.

É importante que toda a categoria participe desta discussão. Cada cláusula econômica e social que vamos cobrar da patronal será uma conquista para toda a categoria. Esse é o primeiro passo para termos uma Campanha Salarial vitoriosa. E não adianta a patronal vir com a choradeira da crise econômica dos ricos. Que diminuam os lucros, não os direitos de quem gera a riqueza!
Venha nos ajudar a definir os rumos da Campanha Salarial deste ano.

boca311

Assembleia Tarkett

Assembleia com os trabalhadores da Tarkett, em Jacareí, nesta manhã de quarta-feira. A Campanha Salarial antecipada deste ano se aproxima e vamos manter os trabalhadores mobilizados juntamente com questões específicas por fábricas. Segue a luta!

Assembleia FLC

Assembleia com os trabalhadores da FLC, em Caçapava, nesta manhã, 1, para definir o rumo de lutas em curso. Seguimos firmes!

sexta-feira, 20 de agosto de 2021

Não às Termoelétricas em SJC!

Termelétricas produzem energia mais cara e poluente. Não ao projeto de termelétricas e incineradores em São José dos Campos.

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Ato público do Fórum de Lutas em apoio a luta dos servidores municipais

Ato público do Fórum de Lutas em apoio a luta dos servidores municipais contra os projetos de todas as esfera de poder chamados de reforma administrativa. Não é reforma. É destruição do serviço público de base. É vergonhoso! Não a destruição do serviço público para a população!

Confira a fala do dirigente Onias Pires do Sindicato dos Químicos em ato, nesta manhã, em frente ao Paço Municipal, em São José dos Campos. Em defesa dos servidores municipais e do serviço público!

Em defesa do servidor e dos serviços públicos para a população! Não às reformas das várias esferas do poder que desmontam o Estado para o povo enquanto mantém o Estado máximo para o capital. Segue também a intervenção do dirigente Rogério do Sindicato dos Químicos.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Não ao projeto que libera termoelétrica e incineradores

É preciso derrotar mais este ataque ao meio ambiente de São José dos Campos.

Mais uma vez, é preciso defender o meio ambiente de São José dos Campos dos interesses predatórios do capitalismo. Já conseguimos em ocasiões anteriores proibir a extração de areia na cidade. Agora é a vez de derrotarmos o projeto que libera usina termoelétrica e incineradores em São José.


Nevou no sul do Brasil no mês passado. No Canadá, o calor recorde de até 50 graus causou a morte de mais de uma centena de pessoas. Na Europa, houve inundações recentes. Todos esses fenômenos estão ocorrendo em lugares onde nunca haviam ocorrido. As mudanças climáticas estão impondo o seu custo, que é alto. A neve no sul, o calor de deserto no Canadá e as inundações na Europa refletem diretamente na comida na mesa, por exemplo, por causa da inflação sobre os alimentos disparada pelas perdas no campo com essas mudanças drásticas de temperatura. Aqui no Brasil, as geadas no sul comprometeram produções inteiras de leguminosas. Isso é a fatura chegando.

Por isso, torna-se ainda mais importante derrotar os projetos de destruição do meio ambiente do governo Bolsonaro e do capitalismo selvagem, predatório, onde quer que seja aplicado.

Aqui em São José dos Campos, o prefeito Felício Ramuth (PSDB) quer permitir a instalação de usinas termoelétricas e incineradores quando todo o mundo civilizado discute formas alternativas e menos predatórias de energia, como: eólica, biomassa etc. As usinas termelétricas provocam impactos ambientais pesados e pioram o aquecimento global por causa da dispersão de gases quentes e poluentes, como: dióxido de enxofre, nitrogênio e outros materiais na atmosfera.

Vale ressaltar que São José já tem um problema seríssimo com poluição. A cidade é a 10ª no ranking estadual em emissão de gás carbono (CO2) por causa do grande número de fábricas, da Revap e do trânsito, principalmente da Rodovia Presidente Dutra. A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Governo Estadual constata que a cidade já lança na atmosfera mais de 884 toneladas de CO2 por ano. Sem contar que a localização geográfica da cidade não ajuda nem um pouco a dispersão de poluentes.
Como é comum nestes projetos do interesse do capitalismo predatório, o projeto do prefeito não vem com uma justificativa, não apresenta estudo de impacto ambiental e não foi apresentado para discussão com a sociedade civil. É mais uma pancada no estilo “se colar, colou”.

O pior é que os vereadores aprovaram o projeto sem uma ampla discussão com os moradores da cidade e redondezas, pois isso afetará toda a região. Foi feito a toque de caixa. Os técnicos que apresentaram dados sobre os efeitos da medida foram ignorados. As recomendações foram atropeladas. Os vereadores votaram para dizer Amém ao prefeito Felício Ramuth (PSDB), por seus compromissos eleitorais, cargos de confiança etc. Não pensaram no bem da população.

Nós, a sociedade civil organizada, está lutando para impedir esta liberação. Vamos juntos denunciar e derrotar a contaminação bárbara do ar que respiramos. O que deve ser aplicado aqui são amplas políticas públicas de preservação ambiental, mais incentivo à reciclagem, plantio de árvores, transportes alternativos aos movidos por energia fóssil etc.

É preciso barrar o avanço da devastação capitalista sobre o meio ambiente. Não às usinas termoelétricas e incineradores em São José dos Campos.

sábado, 14 de agosto de 2021

Todo apoio ao companheiro Macapá do Sindicato dos Metalúrgicos

Todo apoio ao companheiro Macapá do Sindicato dos Metalúrgicos, que está sendo perseguido por trabalho sindical na GM por meio da justiça burguesa!
Lutar não é crime! Contra a criminalização do movimento sindical!
#ForaBolsonaro


quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Bolsonarismo usa cortina de fumaça do voto impresso para “passar a boiada” trabalhista

bozonaro_demonio2021O bolsonarismo chulo, xucro com aquele 1% de psicopatia e ódio aos pobres segue causando danos. Ontem, 10, o governo usou a palhaçada em torno do voto impresso e desfile de lata velha e poluente na Esplanada dos Ministérios para desviar a atenção enquanto massacra o povo.

Para o bolsonarismo, não basta arrancar o couro do povo com o pior combate à pandemia no mundo, corrupção na compra de vacinas e de kits contra a covid-19, interferência no comando da Polícia Federal para livrar os filhos da cadeia, explosão da inflação, desemprego, subemprego, desmatamento, trabalho precarizado e análogo à escravidão. O bolsonarismo é um buraco sem fundo, é queda livre no precipício.

Bolsonaro, Paulo Guedes, o centrão, a patronal, o mercado querem piorar a já desprezível reforma trabalhista. O antipresidente sempre disse que odeia trabalhador e que “é muito difícil ser patrão no Brasil”. Ele deveria experimentar ser assalariado. Aí saberia o que é difícil.

Assim, a Câmara aprovou ontem um projeto de lei que usa a medida provisória que permite a redução de salários e jornada durante a pandemia para aplicar uma nova reforma trabalhista. “A ocasião faz o ladrão”, já bem diz o ditado popular.

O governo (os bolsonaristas, o centrão, a patronal, a burguesia unidos, os chamados liberais) quer reduzir a renda dos trabalhadores, criar subcategorias e trabalhadores de segunda classe, piorar as condições e trabalho e até mesmo a fiscalização contra o trabalho escravo. Eles querem a barbárie. O governo Bolsonaro é o caos, veio para destruir!

O que os deputados fizeram foi inserir emendas na MP 1045 para tentar tornar permanente, por exemplo, relações de trabalho absolutamente informais e desprotegidas para o trabalhador sem nem ao menos um contrato de trabalho. Isso significa perda das férias, FGTS menor para quem for demitido, perda da contribuição previdenciária, PLR, redução ou até o não pagamento de horas extras, fiscalização trabalhista sem multa e praticamente a extinção do direito de recorrer à justiça do Trabalho, dificuldade maior de acesso à aposentadoria, exploração desenfreada no campo, inclusive, com mão de obra infantil etc.

A avaliação é do Ministério Público do Trabalho, da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente do MPT, da Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais, da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho, de advogados trabalhistas, sindicatos e centrais sindicais.

Essas pancadas foram articuladas pela equipe econômica do governo. Vale lembrar que nem Ministério do Trabalho existe mais. A pasta, hoje, virou um puxadinho dentro do Ministério da Economia, que administra, governa para o mercado, não para os trabalhadores.

Portanto, é ainda mais necessário derrotarmos o governo Bolsonaro para impedirmos a destruição do Trabalho e da renda das famílias dos trabalhadores. É preciso barrar a exploração de classes, o capitalismo em suas mais variadas nuances e os seus governos.

#forabolsonaroemourao

sexta-feira, 30 de julho de 2021

Não ao projeto que libera termoelétrica e incineradores

imageÉ preciso derrotar mais este ataque ao meio ambiente de São José

Mais uma vez, é preciso defender o meio ambiente de São José dos Campos dos interesses predatórios do capitalismo. Já conseguimos em ocasiões anteriores proibir a extração de areia na cidade. Agora é a vez de derrotarmos o projeto que libera usina termoelétrica e incineradores em São José.

Está nevando no sul. No Canadá, o calor recorde de até 50 graus causou a morte de mais de uma centena de pessoas. Na Europa, houve inundações recentes. Todos esses fenômenos estão ocorrendo em lugares onde nunca haviam ocorrido. As mudanças climáticas estão impondo o seu custo, que é alto. A neve no sul, o calor de deserto no Canadá e as inundações na Europa refletem diretamente na comida na mesa, por exemplo, por causa da inflação sobre os alimentos disparada pelas perdas no campo com essas mudanças drásticas de temperatura. Aqui no Brasil, as geadas no sul comprometeram produções inteiras de leguminosas. Isso é a fatura chegando.

Por isso, torna-se ainda mais importante derrotar os projetos de destruição do meio ambiente do governo Bolsonaro e do capitalismo selvagem, predatório, onde quer que seja aplicado.

Aqui em São José dos Campos, o prefeito Felício Ramuth (PSDB) quer permitir a instalação de usinas termoelétricas e incineradores quando todo o mundo civilizado discute formas alternativas e menos predatórias de energia, como: eólica, biomassa etc. As usinas termelétricas provocam impactos ambientais pesados e pioram o aquecimento global por causa da dispersão de gases quentes e poluentes, como: dióxido de enxofre, nitrogênio e outros materiais na atmosfera.

Vale ressaltar que São José já tem um problema seríssimo com poluição. A cidade é a 10ª no ranking estadual em emissão de gás carbono (CO2) por causa do grande número de fábricas, da Revap e do trânsito, principalmente da Rodovia Presidente Dutra. A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Governo Estadual constata que a cidade já lança na atmosfera mais de 884 toneladas de CO2 por ano. Sem contar que a localização geográfica da cidade não ajuda nem um pouco a dispersão de poluentes.
Como é comum nestes projetos do interesse do capitalismo predatório, o projeto do prefeito não vem com uma justificativa, não apresenta estudo de impacto ambiental e não foi apresentado para discussão com a sociedade civil. É mais uma pancada no estilo “se colar, colou”.

Assim sendo, nos dirigimos aos vereadores da cidade para que não aprovem este projeto absurdo. O que deve ser aplicado aqui são amplas políticas públicas de preservação ambiental, mais incentivo à reciclagem, plantio de árvores, transportes alternativos aos movidos por energia fóssil etc.

É preciso barrar o avanço da devastação capitalista sobre o meio ambiente. Não às usinas termoelétricas e incineradores em São José dos Campos.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Nota de Repúdio! Todo Apoio à Categoria Metroviária

O governador eleito com a bizarrice de "BolsoDória" quer meter a mão na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. Dória, tire as mãos do instrumento de luta dos trabalhadores!

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