sexta-feira, 30 de julho de 2021

Não ao projeto que libera termoelétrica e incineradores

imageÉ preciso derrotar mais este ataque ao meio ambiente de São José

Mais uma vez, é preciso defender o meio ambiente de São José dos Campos dos interesses predatórios do capitalismo. Já conseguimos em ocasiões anteriores proibir a extração de areia na cidade. Agora é a vez de derrotarmos o projeto que libera usina termoelétrica e incineradores em São José.

Está nevando no sul. No Canadá, o calor recorde de até 50 graus causou a morte de mais de uma centena de pessoas. Na Europa, houve inundações recentes. Todos esses fenômenos estão ocorrendo em lugares onde nunca haviam ocorrido. As mudanças climáticas estão impondo o seu custo, que é alto. A neve no sul, o calor de deserto no Canadá e as inundações na Europa refletem diretamente na comida na mesa, por exemplo, por causa da inflação sobre os alimentos disparada pelas perdas no campo com essas mudanças drásticas de temperatura. Aqui no Brasil, as geadas no sul comprometeram produções inteiras de leguminosas. Isso é a fatura chegando.

Por isso, torna-se ainda mais importante derrotar os projetos de destruição do meio ambiente do governo Bolsonaro e do capitalismo selvagem, predatório, onde quer que seja aplicado.

Aqui em São José dos Campos, o prefeito Felício Ramuth (PSDB) quer permitir a instalação de usinas termoelétricas e incineradores quando todo o mundo civilizado discute formas alternativas e menos predatórias de energia, como: eólica, biomassa etc. As usinas termelétricas provocam impactos ambientais pesados e pioram o aquecimento global por causa da dispersão de gases quentes e poluentes, como: dióxido de enxofre, nitrogênio e outros materiais na atmosfera.

Vale ressaltar que São José já tem um problema seríssimo com poluição. A cidade é a 10ª no ranking estadual em emissão de gás carbono (CO2) por causa do grande número de fábricas, da Revap e do trânsito, principalmente da Rodovia Presidente Dutra. A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Governo Estadual constata que a cidade já lança na atmosfera mais de 884 toneladas de CO2 por ano. Sem contar que a localização geográfica da cidade não ajuda nem um pouco a dispersão de poluentes.
Como é comum nestes projetos do interesse do capitalismo predatório, o projeto do prefeito não vem com uma justificativa, não apresenta estudo de impacto ambiental e não foi apresentado para discussão com a sociedade civil. É mais uma pancada no estilo “se colar, colou”.

Assim sendo, nos dirigimos aos vereadores da cidade para que não aprovem este projeto absurdo. O que deve ser aplicado aqui são amplas políticas públicas de preservação ambiental, mais incentivo à reciclagem, plantio de árvores, transportes alternativos aos movidos por energia fóssil etc.

É preciso barrar o avanço da devastação capitalista sobre o meio ambiente. Não às usinas termoelétricas e incineradores em São José dos Campos.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Nota de Repúdio! Todo Apoio à Categoria Metroviária

O governador eleito com a bizarrice de "BolsoDória" quer meter a mão na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. Dória, tire as mãos do instrumento de luta dos trabalhadores!

sexta-feira, 23 de julho de 2021

24J | Fora Bolsonaro e Mourão!

#ForaBolsonaroeMourão
#bolsonaroladrãodevacinas
#BolsonaroGenocida
#ForaBolsonaro
#BolsonaroCorrupto

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Combate ao Desgoverno Bolsonaro…

O Sindicato dos Químicos teve de mudar de gráfica para imprimir esta última edição do Boca no Trombone. A gráfica usual, bizarramente, não aceitou rodar porque achou o material muito crítico ao presidente. Não vimos uma declaração da gráfica sobre os milhares de mortes da pandemia, sobre a interferência política nas forças armadas, policiais, sobre os diversos crimes de responsabilidade do presidente da república, sobre o enriquecimento com rachadinhas, sobre a propina nas vacinas etc.

O mal torna-se banal quando o membro de uma organização, seja ela política ou empresarial, separa os seus valores éticos individuais do comportamento duvidoso da organização, com a qual é cúmplice – no caso, o governo. E não é preciso apoiar, basta manter-se neutro. Esse é um dos princípios da banalidade do mal, conceito criado por Hannah Arendt (1906-1975), teórica política alemã, judia, no livro “Eichmann em Jerusalém”.

É isto o que vemos neste caso de censura. Não importa se por interesses políticos, aproximação ideológica, erro de entendimento primário, ou uma suposta neutralidade, censurar um material chamando a consciência do trabalhador contra o momento de barbárie política que vivemos é dar espaço para a opressão política de ideias sádicas, autoritárias, ideias de base fascista que só provocaram morte e destruição quando aplicadas ao longo da história.

Ao que parece, a gráfica já havia sido sondada por correligionários do bolsonarismo sobre a publicação de materiais críticos a este desgoverno. Contudo, a responsabilidade do que publicamos é do Sindicato, não da gráfica.

Este cenário fica ainda mais grave a cada dia com o avanço do bolsonarismo autoritário, de viés fascista, sórdido, chulo sobre as organizações e instituições. Hoje, por exemplo, é capa dos jornais que o general Braga Neto, ministro da defesa, mandou recado ao presidente do Congresso, o bolsonarista Arthur Lira, de que não haveria eleições em 2022 se não for no sistema de voto impresso.

O momento é grave. Estamos diante de uma ameaça de golpe de Estado por este governo. Não é possível se acovardar ou se manter neutro. A história não permite e não perdoa a neutralidade.

Quem pagou pra ver no que daria a eleição de um político inescrupuloso, expulso das forças armadas por problemas mentais, mas que agora a usa como escudo para vilipendiar a democracia e a sanidade mental dos brasileiros têm que descer do muro, fazer a sua autocrítica e se juntar à luta pelo Fora Bolsonaro e Mourão!

O momento é grave! O futuro da nação e dos futuras gerações depende do que construirmos hoje.
É fora Bolsonaro e Mourão, mas sem nenhuma confiança na institucionalidade burguesa. Sabemos que a luta direta é o motor da luta de classes!

Leia o Boca no Trombone 310 aqui>>>

24 de Julho de Luta!

Neste sábado, 24 de julho, vamos tomar as ruas em mais um dia de luta pelo impeachment. Fora Bolsonaro e Mourão!

Haverá atividades em todas as cidades da região e um grande ato na Avenida Paulista, em São Paulo!

terça-feira, 20 de julho de 2021

Em apoio aos metalúrgicos da Embraer, nosso total repúdio à agressão do vereador do Novo aos milhares de mães e pais de família demitidos

imageA derrota dos trabalhadores é a alegria dos capitalistas selvagens, brutais, desumanos e seus representantes no mercado econômico e no poder público. Vejam o absurdo. O vereador Thomaz Henrique (Novo) de São José dos Campos comemora em suas redes sociais a decisão da justiça a favor das 2.500 demissões feitas pela Embraer em plena pandemia.

Isso é mais do que defender uma política ideológica de extrema unção de direita, pois causa desemprego, miséria, dor e sofrimento. É aquele 1% de psicopatia (ausência total de empatia). É não saber se colocar no lugar do outro. É não se importar com o outro. Mesmo que isso seja ruim para o coletivo. Empregos na indústria são os menos precarizados, com categorias profissionais organizadas, sindicatos representativos fortes, melhores conquistas, salários, Acordos Coletivos. Isso retorna para a economia da cidade. Comemorar a destruição do mercado de trabalho formal e demissões em massa é, além de psicopatia social, sabotar a economia popular da cidade.

O vereador do NOVO chega a chamar de “vitória” a decisão da justiça contra os trabalhadores. A posição do vereador segue essa linha ideológica defendida pelo mercado, pelos bancos, por Paulo Guedes de que emprego é ruim, bom é demitir e aí todo mundo pode ser empreendedor. Essa foi a lógica perversa adotada nas reformas trabalhista e da previdência. É uma linha ideológica de direita quer aprofunda o sadismo contra o trabalhador.

Agentes do mercado, deste capitalismo bárbaro, como o vereador Thomaz, estão agarrados a cargos públicos representando o mercado e mandando o povo fazer aquilo que não fazem, pois estão seguros na estabilidade de mandatos públicos, recebendo salários e benesses gordas enquanto comemoram demissões em massa e redução do mercado de trabalho formal. São partidários do oportunismo e da destruição!

E são organizados para isso por grupos de extrema direita bancados pelo setor patronal. Thomaz, por exemplo, é outro oriundo do grupo chamado RenovaBR, que é uma milícia política sectária de direita que defende os interesses do capitalismo selvagem onde quer que estejam. Eles são orientados para isso para ingressar em partidos políticos diversos da direita, conquistar cargos públicos e usar este poder para destruir o social e avançar com a exploração capitalista. Tanto é que o vereador do NOVO, o principal partido, hoje, desta ideologia de dominação total do mercado, foi o único a se recusar a participar de uma comissão de vereadores e do Sindicato dos Metalúrgicos para tentar evitar as demissões na Elgin e na Movente. A quem interessa não defender empregos? É muita patifaria!

Infelizmente, essas milícias anti-trabalhador e pró-destruição capitalista fortaleceram-se nas últimas eleições vendendo esperança, renovação, mudanças e muito blábláblá liberal (uma das reinvenções do capitalismo) em publicações cínicas nas redes sociais etc. Agora mostram suas perversas intenções.

Por isso, o desrespeito do vereador é um processo político de luta de classes! Ele não está do nosso lado. Pode até não fazer parte do banquete da elite, mas está lá para defendê-los. É um agente da exploração, da selvageria, do ódio político contra a classe trabalhadora.

Portanto, nossa total solidariedade de classe aos trabalhadores e trabalhadoras demitidos da Embraer, principalmente durante a pandemia, aos milhares de outros tantos brasileiros desempregados, subempregados, explorados de todas as formas precárias e bárbaras que a patronal, o mercado consegue impor.

E tenham a certeza de que seguiremos firmes no propósito de mudar as correlações de força na sociedade e construir uma política de classes para o trabalhador.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Assembleia Tekinia

A direção do Sindicato dos Químicos realizou assembleia com os companheiros (as) da Teknia, em Jacareí, do turno desta manhã de quinta-feira, 15, e do horário administrativo. A pauta é o plano de cargos e salários e outros pontos específicos. Firmes na luta!



Na luta por plano de cargos e salários e outras questões específicas, além das lutas políticas colocadas em ponto de conjuntura. Confira!



terça-feira, 13 de julho de 2021

13J dia de Luta na Categoria

13J é dia de luta! Os Químicos e Farmacêuticos de São José dos Campos amanheceram com assembleia na Bayer e na ICL, em São José dos Campos, por discussões específicas das fábricas e contra os ataques do governo Bolsonaro/Mourão aos servidores públicos e aos Correios.

Fora Bolsonaro e Mourão!

Confira a fala da companheira Rita, dirigente sindical da Teknia, em atividade do Sindicato na Bayer/ICL, na manhã desta quarta-feira, 13J, chamando a participação das trabalhadoras nas lutas!


Os dirigentes Reginaldo (Compass) e Carlinhos (Tarkett) ressaltaram na atividade deste 13J, mais um dia de mobilização contra o governo Bolsonaro e em defesa do serviço público e dos Correios, a importância da participação dos trabalhadores nas lutas políticas. O companheiro Carlinhos ainda ressaltou a importância de lutarmos para reverter a reforma da previdência, que, praticamente, impossibilitará o acesso a este direito no futuro próximo!


Os dirigentes Marquinhos e Cabral do Sindicato enfatizaram neste dia de luta em defesa do serviço público e dos Correios, 13J, a necessidade de os trabalhadores se unirem na luta e denunciaram a reforma administrativa de Bolsonaro e Paulo Guedes. a reforma mantém a mamata da alta cúpula dos três poderes e persegue os servidores comuns. Vale ressaltar que foram servidores com estabilidade de emprego que denunciaram o esquema de roubo com as vacinas Covaxin e Oxford Astrazeneca, crimes pelos quais o presidente se agarra ainda de vez ao centrão à custa de mais dinheiro público para fugir do impeachment. Confira!


O dirigente Davi denunciou em atividade na Bayer/ICL a quantidade absurda de pessoas que morreram por corrupção do governo, que não queria vacina, queria propina!

A palhaçada da cloroquina era apenas para o governo ganhar tempo para conseguir roubar em cima das vacinas Covaxin e Oxford/Astrazeneca! É o governo do genocídio!

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Punição aos torturadores e ditadores

É preciso passar a Ditadura a limpo. Deixar os torturadores e criminosos deste período livres é um tapa na cara na sociedade civil e negar a luta pela redemocratização do país. Além de que, a extrema direita, chucra, lunática e psicótica chega ao absurdo de usar torturadores execráveis como símbolo em seu discurso de ódio.

Assim, é positivo a condenação do delegado Carlos Alberto Augusto, ex-agente da ditadura militar conhecido como 'Carlinhos Metralha', que operava no Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops/SP). A condenação é de dois anos e 11 meses de prisão, em regime inicial semi-aberto, pelo sequestro do ex-fuzileiro naval Edgar de Aquino Duarte, desaparecido desde 1971.

A condenação pelo juiz Silvio César Arouk Gemaque, da 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo, é apenas a primeira condenação penal em relação a crimes cometidos durante o regime de exceção marcado por torturas, censura e assassinatos.

A denúncia contra Carlinhos Metralha envolvia também o ex-delegado Alcides Singillo e um dos principais torturadores da ditadura, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, sadicamente ídolo do presidente Bolsonaro, inimigo da democracia desde sempre. Os dois se livraram de figurar como réus porque morreram antes do término do processo.

Esta sentença é um marco no cumprimento das decisões internacionais que obrigam o Brasil a investigar e punir quem tenha atuado no extermínio de militantes políticos entre 1964 e 1985.

sábado, 3 de julho de 2021

Ato Fora Bolsonaro/Mourão 3J

#ForaBolsonaro Ato público, em São José dos Campos. Há manifestações em mais de 340 cidades neste sábado. A luta é pela vida, pão, emprego, vacina!

#ForaBolsonaroGenocida


Veja as fotos do ato aqui>>>



quarta-feira, 30 de junho de 2021

Seminário 2021–Preparação para as Lutas do Próximo período

A diretoria do Sindicato dos Químicos iniciou hoje, em São José dos Campos, um seminário de preparação para as lutas do próximo período, especialmente a Campanha Salarial deste ano e pela queda do governo genocida de Bolsonaro, que desmata e mata!

Fora Bolsonaro, Mourão e todos que exploram a classe trabalhadora!

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Moção de solidariedade e cobrança de responsabilidades

Não ao trabalho escravo


É só investigar que aparece cada vez mais trabalhadores e trabalhadoras mantidas em situação de trabalho análoga à escravidão. É assim no campo. É assim na cidade, principalmente no trabalho doméstico.

Aqui, em São José dos Campos, uma trabalhadora doméstica foi resgatada no dia 18 de junho de trabalho análogo à escravidão. O resgate ocorreu em ação conjunta do MPT (Ministério Público do Trabalho), SIT (Secretaria de Inspeção do Trabalho) e Polícia Federal. O empregador, ou melhor seria dizer, o escravagista, foi preso em flagrante em um condomínio fechado por restringir a liberdade da vítima por mais de 20 anos. Ela não recebia salário e trabalhava de segunda a domingo.


É óbvio que o escravagista se definiria como “cidadão de bem, “conservador e defensor da moral e dos bons costumes”, pois este tipo de exploração tem um viés de classe gravíssimo. É a exploração objeta e absurda de mão de obra por uma classe que se julga superior a outra. Nada mais exemplar, neste sentido, do que explorar o trabalho doméstico, símbolo de ostentação, mesmo que para isso seja preciso abrir mão da sua humanidade e praticar crimes.

A luta de classes desumaniza. Tanto desumaniza que muitos empregadores escravagistas pegos em flagrante tentam desconfigurar o crime tipificado no Código Penal com falácias do tipo: “eu a aceitei dentro de casa; onde mais ela poderia trabalhar? ela não tem estudo; eu até deixo ela passear no shopping; ela come da minha comida” e por aí vai.

Nesta perversão de classes sociais, reside a barbárie, o caos, a escravidão doméstica. Empregadores domésticos berraram e praguejaram contra o reconhecimento do trabalho doméstico como profissão legalizada e com direitos a recolhimento de INSS, por exemplo. O principal argumento é de que assim não poderiam mais explorar suas domésticas e elas ficariam ainda pior do que estavam com demissão ou continuariam na informalidade.

O trabalho doméstico é visto como algo praticado por alguém cuja força de trabalho não tem valor a não ser o puro “privilégio” de servir ao senhorio. É a desumanização da trabalhadora doméstica.

Outros casos como este têm sido denunciados. Num ainda mais escandaloso, os empregadores escravagistas usaram o nome da trabalhadora doméstica para receber o auxílio-emergencial e a pensão da trabalhadora no lugar dela. Crime atrás de crime.

Isso torna ainda mais grave os ataques do governo Bolsonaro e do ministro da economia Paulo Guedes à formalização do mercado de trabalho. Eles querem impor a informalização irrestrita, o que aumenta a exploração e piora as condições de trabalho. Bolsonaro/Guedes destruíram o Ministério do Trabalho e o tornaram uma subpasta dentro do Ministério da Economia. Os grupos móveis do Ministério do Trabalho libertaram centenas de trabalhadores nos últimos anos de ocupações análogas ao trabalho escravo. Hoje, esses grupos, as Secretarias Regionais do Trabalho e Emprego, os auditores do ministério do Trabalho estão todos sucateados, menosprezados, minad os. É uma política de favorecimento ao trabalho escravo, à exploração abjeta do trabalhador.

O antipresidente Bolsonaro e Paulo Guedes choraram várias vezes em público as dificuldades de ser patrão neste país. Isso porque nunca experimentaram ser trabalhador, principalmente trabalhador doméstico. É um governo que sacrifica os direitos, desumaniza o trabalhador e defende a exploração.

Por isso, combater o trabalho análogo ao trabalho escravo no campo, na cidade, no trabalho doméstico passar por lutar contra a exploração capitalista e os ataques dos seus agentes, sejam os governos ou os empregadores.

Toda a nossa solidariedade de classe a esta trabalhadora resgatada em São José e a todos os outros que ainda aguardam ajuda!  

segunda-feira, 21 de junho de 2021

#ForaBolsonaro 19J

Confira a intervenção do dirigente Wellington Cabral do Sindicato dos Químicos no ato deste sábado pelo Fora Bolsonaro. Houve manifestações gigantescas em centenas de cidades no país.

#ForaBolsonaro #ForaBolsonaroGenocida

Veja mais fotos clicando aqui>>>



Sede Sindicato dos Químicos de São José dos Campos

Concentração e saída para Marcha pelo #ForaBoslonaro!

Todos na Luta!

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Preparação para a luta!

A subsede de Jacareí do Sindicato dos Químicos realiza nesta quinta-feira, 17, um seminário de discussão política e preparação para as próximas lutas da classe trabalhadora. Participam todos os diretores do Sindicato que atuam nas fábricas de Jacareí.

A conjuntura exige muita organização dos trabalhadores para avançarmos na defesa dos nossos direitos e no enfrentamento aos caos provocado pelo anti-governo Bolsonaro.

A militante Suzete Chaffin da Unidos pra Lutar participa desta preparação das próximas lutas e pontos de discussão sobre o desastre do governo no combate a pandemia, o aumento da pobreza, o desastre da política-econômica de Paulo Guedes, direitos da mulher e outros pontos.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Assembleia LM Farma

Bora pra mais luta nesta manhã de quarta feira, 16. Votação de estado de greve na LM Farma, nas Chácaras Reunidas, em São José dos Campos, em função da data base do setor farmacêutico da categoria química.

Segue a luta!



Assembleia Alltec

 Bom dia pra quem acordou na luta!

Assembleia de PLR na Alltec, nas Chácaras Reunidas, em São José dos Campos.
Firmes na luta!


sexta-feira, 28 de maio de 2021

58 Anos de Lutas!

O Sindicato dos Químicos lança neste início de mandato da diretoria eleita para o triênio 2021-2024 um documentário contando momentos importantes dos 58 anos de lutas deste instrumento de trabalho dos trabalhadores.

Você sabe como foi a luta contra o trabalho aos sábados na Johnson? Lembra-se de como conseguimos barrar o banco de horas e outros ataques aos direitos trabalhistas? Já ouviu falar da greve de ocupação na Johnson, em 1995? Presenciou a violência da Polícia Militar contra os piquetes de greve e agindo ilegalmente dentro dos ônibus da Johnson para interferir no direito de greve, em 2008 e 2011?
Este Sindicato tem muita luta! Confira esse histórico no documentário.


quarta-feira, 26 de maio de 2021

Posse da nova Diretoria do Sindicato.

 A diretoria eleita para o mandato 2021-2024 tomou posse nesta segunda-feira, 24, no nosso salão de assembleias, em São José dos Campos.

Os companheiros e companheiras votaram a diretoria executiva, moções de apoio ou repúdio a eventos políticos nacionais e internacionais.



quinta-feira, 6 de maio de 2021

Solidariedade de classe: Colombianos estão em luta contra a exploração

A classe trabalhadora da Colômbia está em greve desde 28 de abril contra medidas de exploração adotadas pelo governo de ultradireita de Iván Duque. A repressão tem sido dura para brindar uma reforma tributária que só favorece os bancos a custo do aumento da miséria e da exploração sobre o povo. Há mais de 25 assassinatos, centenas de desaparecidos, detentos, casos de estupros contra trabalhadoras manifestantes e outras barbáries.

O governo Ivan Duque fez um pacto com o mercado e age com forte aparato militar para arrancar mais impostos do povo pobre da Colômbia enquanto financia o maior exército da América latina, que se dedica a fazer uma guerra contra seu próprio povo e desestabilizar países vizinhos, como a Venezuela (a mando dos EUA). A Colômbia é o braço direito e armado dos EUA na América Latina e sua elite é alinhada ao imperialismo norte americano, inclusive cedendo território para bases militares americanas na região.

O Comitê Nacional de Greve reúne organizações de mulheres, indígenas, trabalhadores urbanos e rurais. A luta é “abaixo ao mau governo”!

Todo o nosso apoio e solidariedade ao povo colombiano. Hoje, 6, várias entidades de luta da classe trabalhadora realizam atividades em apoio aos lutadores sociais da Colômbia. A luta dos companheiros é a luta de todos nós. Em São Paulo, há um ato convocado em frente ao consulado da Colômbia. Abaixo a repressão e a exploração econômica de Iván Duque e a responsabilização dele pelo aumento da miséria e mortes evitáveis devido ao fracasso do combate a pandemia no país.

Uma frase no muro de Calí, uma das maiores cidades colombianas lembra os mortos por este governo e os inocentes da política servil ao imperialismo.

“Todas as flores do meu jardim para os corpos que caíram na luta!”

Em defesa da vida, pela quebra das patentes das vacinas e vacinação em massa imediata!

Notícias anteriores